Personal Branding – Construindo sua marca pessoal – Integrara Editora 2ª Edição – 2009 SP/SP

Personal Branding - Construindo sua marca pessoal

Personal Branding – Construindo sua marca pessoal livro de Arthur Bender
Integrara Editora 2ª Edição – 2009 SP/SP

Estou lendo Personal Branding – construindo sua marca pessoal do Arthur Bender. É um livro que tenho recomendado a muitos dos meus próximos. Sugestão do meu pai, o texto põe os pés do leitor no chão e ainda lhe dá algumas bofetadas na face sem haver chance para explicar sobre suas faltas de postura. De começo, já mata todas as suas desculpas prontas para não cumprir a ordem do técnico do time de New York Jets, Bill Parcells, colada no vestiário do seu clube: “Não culpe ninguém! Não espere nada! Faça alguma coisa!”.

O assunto discutido em Personal Branding que gostaria de trazer para cá é a Dissonância Cognitiva. Bender diz:

É incrível como podemos encontrar aspectos da nossa personalidade com interpretações totalmente contrárias àquelas que acreditávamos ter. Ficaríamos surpresos se tivéssemos a oportunidade de ler um relato completo sobre o que as pessoas pensam verdadeiramente de nós.
Quando avaliamos marcas e produtos ou marcas corporativas, chamamos isso de dissonância congnitiva. Essa dissonância é o espaço entre nossa identidade, ou a imagem que idealizamos, e a imagem percebida pela audiência. pág 158 da 2ª Edição.

O autor sugere (e eu irei sugerir a alguns clientes) que façamos um questionário para entregarmos a pessoas que participam de nossa vida, amigos e inimigos, e solicitar que sejam respondidas sinceramente perguntas sobre o que pensam de nós em determinados aspectos, quais adjetivos atribuem a nós, com quais palavras nos rotulam. Seja isso no trabalho, família, amigos, colegas de estudos etc. Como fazer isso cabe a cada um.

Arthur Bender, autor de Personal Branding

Arthur Bender

Boa parte de nós tem uma visão distorcida entre o que achamos que somos e como somos percebidos. Isso sempre foi um elo frágil nos livros de planejamento pessoal. De nada adianta nos supervalorizamos diante das pessoas se elas têm uma visão completamente diferente da nossa imagem. Essa visão distorcida é bastante comum e muitas vezes é fruto da autoestima elevada e da arrogância.
Boa parte da responsabilidade por nossa avaliação está em nossas mãos, desde que haja uma profunda reflexão sobre os motivos dos sucessos e insucessos da nossa trajetória passada. Bom senso e razão são fundamentais aqui. Se não encontrar pelo menos cinco pontos críticos negativos na sua imagem pessoal, é porque você certamente está sendo generoso demais consigo mesmo. […] Reflita e faça perguntas usando adjetivos para caracterizá-lo. Isso facilita e torna mais segura a análise de sua marca pessoal. pág 193 da 2ª Edição.